Em meio à crise moral e ética que estamos presenciando
nesses tempos pós-modernos, com a discussão tola e indecente sobre a falácia
criada em torno do tema da homofobia, visto que o que de fato existe, em meu
limitado entendimento, é a intolerância contra a liberdade de opinião, a
tentativa neofascista da implantação da ditatura da minoria imposta ao estado
do direito livre e democrático, que permeia a nossa cultura brasileira, de
formação cristã, com valores arraigados há séculos, herdados de gerações
passadas. E, principalmente, o fato lamentável e triste, de que, em meio a esse
tiroteio alimentado pela mídia profissional, movimento LGBT financiado pelo
Partido dos Trabalhadores, que cumpre servir aos interesses obscuros de outros
grupos ideológicos que planejam uma desconstrução maior do que se veem na ponta
deste “iceberg”, pessoas ditas cristão-evangélicas, analfabetas teológicas, vêm
sucumbindo e publicando abertamente em posts de discussão nas redes sociais,
opiniões favoráveis ao “casamento” de homossexuais, legalização e normatização,
como sendo legítimo e normal à prática de adoção de filhos por esses “casais”.
Admitindo então um novo tipo de célula familiar moderna, que a sociedade atual
terá que aceitar conviver, e entender que faz parte de um processo “evolutivo”
de novos tempos, como uma nova tese de conceito de família. Penso então que se
faz necessário uma definição teológica do que significa o conceito de família à
luz do pensamento cristão.
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