Vivemos num mundo de parcerias frouxas, onde as pessoas detestam tudo o que é durável. O amor neste mundo virou futilidade, e o sistema “usar e descartar” e em seguida, abrir espaços para outros relacionamentos.
Então se vive a cultura do aluguel e do descartável (que é o mais barato). Nesta sociedade onde a fidelidade, o amor, a amizade, os relacionamentos se tornaram fúteis, por isto não compra, aluga. Porque comprar da entender que há posse e a permanência, e o aluguel a rotatividade sem custo. Porque o que é descartável pode ser substituído sem prejuízo.
As parcerias frouxas substituíram o modelo da união pessoal, sólida e consistente, “até que a morte nos separe” em “até que a primeira briga nos separe”, saiu de moda as juras eternas. Os compromissos intensos e longos é coisa de louco. Porque os compromissos fecham as portas para novas possibilidades (quem sabe melhores).
