terça-feira, 9 de abril de 2013

“Falando de filmes: casamentos, consumismo e o ensino das Escrituras” por Pr. Dilsilei Monteiro



Os filmes são um meio muito influente e neles temos muitas visões de mundo em exposição e a penetrar na consciência do público. A grande realidade, é que conscientemente ou não, os roteiristas promovem a entrada de sua própria visão de mundo nas obras que escrevem e que posteriormente são produzidas pela indústria cinematográfica.
Diante desse fato, é muito necessário que sejamos capazes de decifrar o que é verdade e o que não é nos filmes que consumimos, descobrindo todas as cosmovisões subjacentes em cada uma dessas obras. Elas podem evidenciar verdades bíblicas ou contrariedades a elas, mas de cada filme irá escoar uma expressão das afirmações das Escrituras.

Feliciano ofereceu renúncia à comissão em troca de saída de mensaleiros da CCJ


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 Deputado Marco Feliciano (no centro) foi mantido na Presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara

Após reunião dos líderes dos partidos com representação na Câmara dos Deputados nesta terça-feira (9), o deputado pastor Marco Feliciano (PSC-SP) decidiu não renunciar ao cargo de presidente da CDH (Comissão de Direitos Humanos e Minorias), posto que ocupa há um mês sob protestos.
"Eu fico. Eu fui eleito democraticamente. Pedi uma chance de poder trabalhar. Vou mostrar o trabalho", afirmou Feliciano após a reunião desta manhã.

sábado, 6 de abril de 2013

O QUE SIGNIFICA SER FAMÍLIA



Em meio à crise moral e ética que estamos presenciando nesses tempos pós-modernos, com a discussão tola e indecente sobre a falácia criada em torno do tema da homofobia, visto que o que de fato existe, em meu limitado entendimento, é a intolerância contra a liberdade de opinião, a tentativa neofascista da implantação da ditatura da minoria imposta ao estado do direito livre e democrático, que permeia a nossa cultura brasileira, de formação cristã, com valores arraigados há séculos, herdados de gerações passadas. E, principalmente, o fato lamentável e triste, de que, em meio a esse tiroteio alimentado pela mídia profissional, movimento LGBT financiado pelo Partido dos Trabalhadores, que cumpre servir aos interesses obscuros de outros grupos ideológicos que planejam uma desconstrução maior do que se veem na ponta deste “iceberg”, pessoas ditas cristão-evangélicas, analfabetas teológicas, vêm sucumbindo e publicando abertamente em posts de discussão nas redes sociais, opiniões favoráveis ao “casamento” de homossexuais, legalização e normatização, como sendo legítimo e normal à prática de adoção de filhos por esses “casais”. Admitindo então um novo tipo de célula familiar moderna, que a sociedade atual terá que aceitar conviver, e entender que faz parte de um processo “evolutivo” de novos tempos, como uma nova tese de conceito de família. Penso então que se faz necessário uma definição teológica do que significa o conceito de família à luz do pensamento cristão.

Filho de Rick Warren se suicida




Foi divulgada na tarde deste sábado, 6 de abril de 2013, a notícia de que Matthew Warren, o filho mais novo do conhecido pastor americano Rick Warren, se suicidou, após uma longa batalha contra uma enfermidade mental não especificada.

Rick Warren, autor do best seller "Uma Vida Com Propósitos", e sua esposa, Kay, distribuíram à imprensa uma nota oficial em que dizem que Matthew, desde o nascimento, lutou contra uma "doença mental, poços tenebrosos de depressão e também pensamentos suicidas".

Afirmando que "palavras não conseguirão expressar a dor e a angústia que nós sentimos neste momento", a família Warren prossegue na nota dizendo que, "apesar do tratamento efetuado com os melhores médicos, conselheiros e intercessores por cura, a tortura da enfermidade mental nunca cedeu".

Acrescenta o pastor, ainda, que "hoje, após uma noite de arrecadação de fundos junto com Kay e eu, num surto de desespero em sua casa, ele tirou a sua própria vida".

O comunicado ressalta ainda que "vocês que acompanharam o crescimento de Matthew sabem como ele era um rapaz incrivelmente especial, gentil e compassivo".

Considera, por fim, que "apesar da melhor assistência médica possível, essa é uma doença que nunca foi completamente controlada e a dor emocional resultou na sua decisão de tirar a sua vida".

A nota termina com um pedido de que "todos se juntem a nós em oração por toda a família Warren, para que a paz e o conforto de Deus esteja com todos eles ajudando-os a passar por essa situação difícil".

Matthew Warren tinha apenas 27 anos de idade. Que Deus console sua família e ampare todos aqueles que enfrentam problemas parecidos em casa.

Fontes: NBC10 e Mediaite

terça-feira, 2 de abril de 2013

A alma Católica dos Evangélicos no Brasil




Os evangélicos no Brasil nunca conseguiram se livrar totalmente da influência do Catolicismo Romano. Por séculos, o Catolicismo formou a mentalidade brasileira, a sua maneira de ver o mundo (“cosmovisão”). O crescimento do número de evangélicos no Brasil é cada vez maior – segundo o IBGE, seremos 40 milhões neste ano de 2006 – mas há várias evidências de que boa parte dos evangélicos não tem conseguido se livrar da herança católica. É um fato que a conversão verdadeira (arrependimento e fé) implica uma mudança espiritual e moral, mas não significa necessariamente uma mudança na maneira como a pessoa vê o mundo. Alguém pode ter sido regenerado pelo Espírito e ainda continuar, por um tempo, a enxergar as coisas com os pressupostos antigos. É o caso dos crentes de Corinto por exemplo. Alguns deles haviam sido impuros, idólatras, adúlteros, efeminados, sodomitas, ladrões, avarentos, bêbados, maldizentes e roubadores. Todavia, haviam sido lavados, santificados e justificados “em o nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito do nosso Deus” (1 Co 6.9-11), sem que isso significasse que uma mudança completa de mentalidade houvesse ocorrido com eles. Na primeira carta que lhes escreve, Paulo revela duas áreas em que eles continuavam a agir como pagãos: na maneira grega dicotômica de ver o mundo dividido em matéria e espírito (que dificultava a aceitação entre eles das relações sexuais no casamento e a ressurreição física dos mortos – capítulos 7 e 15) e o culto à personalidade mantido para com os filósofos gregos (que logo os levou a formar partidos na igreja em torno de Paulo, Pedro, Apolo e mesmo o próprio Cristo – capítulos 1 a 4). Eles eram cristãos, mas com a alma grega pagã. Da mesma forma, creio que grande parte dos evangélicos no Brasil tem a alma católica. Antes de passar às argumentações, preciso esclarecer um ponto. Todas as tendências que eu identifico entre os evangélicos como sendo herança católica, no fundo, antes de serem católicas, são realmente tendências da nossa natureza humana decaída, corrompida e manchada pelo pecado, que se manifestam em todos os lugares, em todos os sistemas e não somente no Catolicismo. Como disse o reformado R. Hooykas, famoso historiador da ciência, “no fundo, somos todos romanos” (Philosophia Liberta, 1957). Todavia, alguns sistemas são mais vulneráveis a essas tendências e as absorveram mais que outros, como penso que é o caso com o Catolicismo no Brasil. E que tendências são essas?

Mulher você está adulterando!!!!



por Lucas Quaresma

“Não adulterarás.” (Êxodo 20:14).
Eu poderia muito bem terminar este artigo aqui, pois o texto das Escrituras é suficientemente claro, mas talvez haja necessidade de uma aplicação “contemporanizada” deste texto. O que significa não adulterar? Será apenas o ato sexual ilícito consumado? Jesus foi bastante enfático, no sermão do monte, ao dizer: “Ouvistes o que foi dito: Não adulterarás. Eu, porém, vos digo: qualquer que olhar para uma mulher com intenção impura, no coração, já adulterou com ela” – Mateus 5: 28 e 29.

segunda-feira, 1 de abril de 2013

A Maior Perda


 Por Ryle 


“Que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro
e perder a sua alma?” (Marcos 8.36)


Estas palavras de nosso Senhor Jesus Cristo deveriam ressoar em nossos ouvidos como o retinir de uma trombeta. Elas se referem aos nossos melhores e mais elevados interesses. Dizem respeito à nossa alma.
Que pergunta solene está contida nestas palavras da Escritura! Que imensa soma de beneficio e de perda elas propõem ao nosso cálculo! Onde está aquele que é capaz de avaliá-la? Onde está o matemático que não ficaria perplexo com essa soma?  “Que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?”
Desejo oferecer algumas observações para ressaltar e ilustrar a pergunta que o Senhor Jesus nos faz nesta passagem. Rogo a atenção séria de todos os que lêem este artigo... Oh! que todos os que assim o fizerem sintam mais profundamente do que nunca o valor de uma alma imortal. Descobrir o valor de nossa alma é o primeiro passo em direção ao céu.

A Tatuagem e a Igreja de Cristo





            por Sillas Campos

Nos últimos três anos, a prática de tatuar o corpo tem se tornado cada vez mais popular. Tudo indica que esta moda veio para ficar. É fato que, mais e mais, receberemos visitantes e novos membros com tatuagens, e algumas bem místicas e mundanas! Além do mais, pressinto que já temos alguns membros sendo atraídos por essa ideia, pensando em tatuar um verso bíblico, uma palavra hebraica ou uma imagem do Cavaleiro no Cavalo Branco de Apocalipse 19 (que tinha escrito em sua coxa: Rei dos Reis e Senhor dos Senhores). Sei que esta não é uma questão crucial para o evangelho e a igreja de Cristo.  Porém, é algo que incomoda alguns e pode se tornar motivo de discórdia entre os irmãos. Como lidar com esses dilemas? Como preparar a igreja para lidar sabiamente com esta questão? Após orar, pesquisar e pensar sobre este assunto, cheguei às seguintes conclusões, que nas próximas linhas compartilho com o leitor.

sábado, 30 de março de 2013

Lembrai-vos da Mulher de Ló


Lembrai-vos da Mulher de Ló (Lucas 17:32)” por J.C. Ryle


Há poucas advertências na Escritura mais solenes que esta. O Senhor Jesus Cristo nos diz, “Lembrai-vos da mulher de Ló.” A esposa de Ló professava a verdadeira religião: seu marido era um “homem íntegro” (2 Pedro 2:8). Ela deixou Sodoma com ele no dia da sua destruição; ela olhou para trás, em direção a cidade, em desobediência a ordem expressa de Deus; ela morreu imediatamente, transformando-se em uma estátua de sal. E o Senhor Jesus Cristo a utiliza como exemplo para Sua igreja; Ele diz: “Lembrai-vos da mulher de Ló”. É uma advertência solene, quando consideramos a pessoa que Jesus menciona. Ele não nos convida a lembrar de Abraão, ou Isaque, ou Jacó, ou Sara, ou Ana, ou Rute. Não! Ele escolhe alguém cuja alma estava perdida para sempre. Ele clama a nós: “Lembrai-vos da mulher de Ló”.
É uma advertência solene, quando nós consideramos sobre o tema de Jesus. Ele está falando da Sua segunda vinda, quando virá julgar o mundo; Ele está descrevendo o estado terrível de despreparo no qual muitos serão achados. Os últimos dias estão na Sua mente, quando Ele nos diz: “Lembrai-vos da mulher de Ló”.

segunda-feira, 18 de março de 2013

CHOCOLATE CANINO


A lei da mente é implacável. O que você pensa você cria. O que você sente você atrai. O que você acredita torna-se realidade

 “Filhinhos, ninguém vos engane” (1 João 3:7)

Rev. Roy Medley voltou para casa cansado. O jantar estava na mesa, mas, depois de comer ele ainda não estava satisfeito. Você já se sentiu assim, desejando alguma coisa e sem saber o que? Depois que levantaram da mesa, ele começou a andar de um lado para outro em seu escritório particular, revolvendo tudo, a procura de algo para comer. De repente, ele encontrou! - uma bolsa cheia de chocolates incomparáveis (aqueles deliciosos sinos de chocolate, cobertos com pequenos pontos brancos de açúcar). Pegando dois deles, colocou-os em sua boca. Antes de engoli-los, sua esposa entrou no gabinete e, com olhar de reprovação, gesticulou, pedindo-o que parasse. Olhando para a esposa, com olhar desafiante, engoliu os chocolates como se dissesse: "eu tenho direito de comer o que quiser". Só naquele momento ela conseguiu falar, gaguejando: "Chocolate canino! Chocolate canino!"

O que aconteceu com aquele homem, naquela noite, em parte, ilustra o problema com o pecado. O pecado é o grande enganador, o grande mascarado que sempre é diferente do que parece ser. Pensamos que estamos fazendo o certo e estamos apenas seguindo a passos largos para a perdição. Pensamos que estamos nos alegrando em determinado lugar, mas estamos apenas aumentando nossos momentos de angústia.

Pensamos que estamos edificando nossa vida espiritual e, na verdade, estamos destruindo-a. O pecado sempre tem boa aparência, mas é enganoso e mentiroso e nada de bom tem a nos oferecer. O pecado usa a máscara do amor para nos seduzir com luxúria. Usa a máscara da segurança para nos tornar cobiçosos e avarentos. Usa a máscara do "não há problema" para nos afastar de Deus e da felicidade.

Cremos que fazemos o melhor para nós, como o homem de nossa história. Ficamos empolgados, sorrimos, avançamos com determinação sobre o que nos parece "uma delícia", e o tempo todo, Deus está gritando para nós: "Chocolate canino! Chocolate canino!" Você tem procurado buscar a direção de Deus para sua vida ou continua se enganando e comendo "chocolate canino"?

Paulo Barbosa

MATURIDADE



“Assim que já não sois estrangeiros, nem forasteiros, mas concidadãos dos santos, e da família de Deus; Edificados sobre o fundamento dos apóstolos e dos profetas, de que Jesus Cristo é a principal pedra da esquina; No qual todo o edifício, bem ajustado, cresce para templo santo no Senhor. No qual também vós juntamente sois edificados para morada de Deus em Espírito” (Efésios 2:19-22)

Um famoso colunista escreveu, em um de seus textos, uma definição quádrupla de maturidade. Ele diz: "Ter maturidade é perseverar no que está fazendo até que termine. Suportar uma injustiça sem pensar em vingar-se. Levar consigo dinheiro sem fixar seu pensamento em gastá-lo. Cumprir seu dever mesmo não sendo supervisionado."

Como está a nossa maturidade espiritual? Continuamos agindo como crianças ou, edificados no ensino das Escrituras, temos crescido diante de Deus? Temos glorificado ao Senhor por Ele ter entrado em nossos corações ou ainda murmuramos por tudo, realçando nossas incertezas e falta de fé?

Quando adquirimos uma certa maturidade, não nos deixamos levar por ventos de doutrina ou pela insegurança que nos faz desistir diante do primeiro problema ou obstáculo. Perseveramos no que fazemos porque temos a convicção de que o nosso trabalho é para a glória do Senhor. Se somos maduros em nossa vida espiritual, não pensamos em revidar as ofensas recebidas. Nossas vidas estão no altar de Deus e, portanto, tudo que diz respeito a nós está colocado em Suas mãos.

Quando o Senhor é nosso Pastor e Governador, aprendemos a buscar a Sua direção em tudo. Não apenas nosso dinheiro, mas tudo o que temos e somos pertence a Ele. Uma pessoa crescida e madura espiritualmente, cumpre com todas as suas obrigações. Ela o faz por amor ao Senhor, por gratidão pelas bênçãos recebidas, porque sabe que está desfrutando de uma vida abundante e caminhando em direção à vida eterna.

Maturidade espiritual é deixar Cristo ser o Senhor de toda a vida e, dessa forma, gozar de perfeita e plena felicidade.

Paulo Barbosa

REMÉDIO INFALÍVEL




“Aquele que não ama não conhece a Deus; porque Deus é amor” (1 João 4:8)

O amor é o melhor remédio para a enfermidade do mundo, disse Karl Menninger, uma autoridade no campo da medicina e psiquiatria. Ele disse à sua equipe: "A coisa mais importante que você pode oferecer a um paciente é amor. Quando as pessoas aprendem a dar e receber amor, elas se recuperam da maior parte de suas enfermidades, tanto físicas como emocionais."

Quando há amor em nossos corações, somos mais generosos, mais agradáveis, mais tolerantes, mais felizes. Aprendemos a olhar tudo por um ângulo mais positivo e as dificuldades são ultrapassadas com mais confiança e tranquilidade. Com amor no coração, suportamos com mais vigor os reveses da vida, atravessamos os desertos sem murmurações e com muito mais facilidade expressamos gratidão a Deus por tudo que Ele nos dá.

O amor enche de paz a nossa alma, fortalece nossos músculos espirituais quando a caminhada em busca de nossos sonhos é longa e encoraja a nossa paciência quando o tempo de espera parece não ter fim. Com amor, encaramos as lutas com mais coragem, enfrentamos as decepções com mais tolerância, buscamos os objetivos com menos ansiedade, aprendemos a confiar no Senhor sabendo que a vontade dEle é soberana.

O rancor alimenta as nossas enfermidades, o amor as suaviza e cura. O ódio faz crescer a desesperança, o amor revigora a fé. O amor faz brilhar o nosso sorriso, suaviza as agruras do caminho, aproxima-nos mais de Deus. Para os que estão sem esperança e fé, Deus oferece um remédio infalível: o amor. Com ele, tudo fica muito mais fácil.

Paulo Barbosa

VOA SOBRE O PANTANO



Um pássaro vivia resignado, em uma árvore apodrecida, no meio de um pântano. Havia se acostumado a estar ali. Comia larvas da lama e estava sempre sujo. Suas asas estavam inutilizadas pelo peso da sujeira.
Certo dia um vendaval derrubou sua morada. A árvore apodrecida foi tragada pelo pântano e ele se deu conta de que ia morrer. Para salvar-se, começou a agitar suas asas com força, tentando voar. Era muito difícil pois havia esquecido como voar.
Mas enfrentou a dor, conseguiu alçar voo e cruzou o amplo céu. Chegando finalmente a um bosque fértil e formoso!
Os problemas são como um vendaval que destrói sua vida e o obrigam a ‘levantar voo ou morrer’. Nunca é tarde para ser feliz. Não importa o que se viveu, não importa os erros cometidos, não importa as oportunidades que se deixou passar, não importa a idade.
Sempre é tempo de dizer basta, entender que é preciso melhorar, sacudir a lama e voar alto, para bem longe do pântano. Abandone sua comodidade, enfrente seus medos e inseguranças e, só assim, começará a voar.
Deus o acompanhará e mostrará qual caminho tomar. Eu tenho certeza que você chegará até o bosque tão desejado.

Fonte: Paulo Barbosa

terça-feira, 5 de março de 2013

UM CORAÇÃO TRANSBORDANTE DE SABEDORIA‏



“Pois do que há em abundância no coração, disso fala a boca” (Mateus 12:34

"O coração de um homem tolo está em sua boca, mas, a boca de um homem sábio está em seu coração." (Benjamin Franklin)

De que temos falado mais ultimamente? De coisas boas ou más? De bênçãos ou murmurações? De verdades ou de mentiras? De sabedoria ou de tolices? Do Senhor ou das coisas deste mundo? Quando nossos corações estão cheios de enganos e vaidades, quando estão ocupados por egoísmo e mesquinharia, quando são preenchidos por todo tipo de influências e tentações, quando nunca permitem que Jesus Cristo os visite ou faça neles morada, então a sabedoria fica de fora e não pode ser vista em nossas atitudes.

Quando nossos corações estão cheios de amor, a nossa boca e todo o nosso ser mostram atitudes de puro e verdadeiro amor. Quando a fé se hospeda em nossos corações, não há em nós palavras de dúvidas ou qualquer tipo de queixa. Quando impedimos o desânimo de entrar em nossos corações, abrindo todas as suas portas e janelas para a confiança plena no Senhor, nossa vida brilha, nossas palavras confortam e animam, nossa esperança jamais se abala.

Somos sábios quando convidamos Jesus para habitar permanentemente em nossos corações. Quando está em nós, podemos todas as coisas, somos capazes de ultrapassar todos os momentos difíceis, acreditaremos sempre na vitória e nossa boca será sempre uma fonte de esperança e bênçãos. A nossa palavra deve vir direto de nosso coração e nosso coração deve estar colocado completamente no Senhor. Queremos estar ligados nEle e queremos que Ele jamais se desligue de nós. Queremos ser abençoados por Deus e queremos ser uma bênção em Suas mãos. Queremos ser sábios no testemunho do Senhor e queremos que a sabedoria de nossas palavras venham diretamente do Deus a quem amamos e servimos.

Quero o meu coração transbordando de sabedoria. Quero ter o meu Senhor ocupando todo o espaço de meu coração.

Paulo Barbosa

FANATISMO




“Uma pessoa fanática é aquela que é incapaz de mudar os pensamentos e os assuntos” (Winston Churchill)

Até que ponto temos sido "fanáticos" a ponto de não reconhecer que a nossa vida pode ser mudada e que a nossa tristeza pode ser transformada em alegria e felicidade? Até que ponto temos sido teimosos e insistentes em caminhar em direção a lugar nenhum? Até que ponto temos negligenciado à oportunidade de abrir os corações para o Deus que nos prometeu abençoar em toda e qualquer situação?

Se a nossa terra é árida e não a tratamos, continuará seca e nada produzirá. Se o nosso coração é duro e não está pronto a deixar que Cristo o transforme, continuará da mesma maneira e não experimentará dias melhores. Se a nossa fé é nula e não almejamos dar um passo de confiança em Deus, o que poderemos esperar? Somos fanáticos e intransigentes em relação aos nossos erros e a possibilidade de uma mudança se torna muito difícil.

Quando abandonamos o fanatismo e nos deixamos moldar, como o barro nas mãos do oleiro, então muitas novas formas aparecerão e, com toda certeza, o Oleiro celestial transformará o barro informe e sem cor em um vaso colorido, brilhante e muito atraente. Se a nossa vida é vazia, por que não pedir a Deus para enchê-la de Sua graça? Se a nossa mente está cauterizada em problemas e lamentações, por que não permitir que seja renovada pelo Espírito do Senhor? Se as nossas atitudes não têm testificado do amor de Deus, por que não deixar que o Pai de amor as transforme? Se a nossa boca só sabe proferir palavras que machucam a nós mesmos e aos que estão próximos, por que não deixar que Deus a use para abençoar a todos?

Se as nossas ideias estão nos levando, rapidamente, para longe do Senhor, por que não abandoná-las e passar a seguir o caminho que nos leva à vida eterna? Eu deixei de ser fanático há muito tempo. Hoje Deus dirige meus pensamentos e atitudes. E você?

Paulo Barbosa

AS RESPOSTAS NÃO ESTÃO ATRÁS‏



"O que vencer será vestido de vestes brancas, e de maneira nenhuma riscarei o seu nome do livro da vida; e confessarei o seu nome diante de meu Pai e diante dos seus anjos" (Apocalipse 3:5)

Charlie Brown, da Turma do Snoopy, em suas pesquisas, conclui sabiamente: "Em relação às perguntas do Livro da Vida, as respostas não estão atrás."

Quais seriam nossas respostas às perguntas sobre nossa vida espiritual? Temos mostrado interesse em nossa vida com Deus? Alguma vez nos preocupamos sobre o que virá "depois" de deixarmos esse mundo? Ou achamos que ainda é cedo para pensar nisso? Se não pensamos nas respostas, por julgarmos que ainda é cedo, talvez, tenhamos de responder a outra pergunta: E se não for? E se o momento de responder é agora? 

E se nosso futuro depende de nossas respostas, hoje?

Cada um de nós, individualmente, terá de se apresentar diante de Deus, no Dia do Juízo, e precisará ter as respostas já prontas. E o que responderemos? O que diremos ao Senhor dos senhores e Rei dos reis? O Senhor quer escrever nossos nomes em Seu livro e, para isso, é imprescindível que creiamos nEle e aceitemos Sua dádiva ao enviar Seu Filho único, Jesus Cristo, para pagar o preço de nossos pecados. Ele almeja escrever ao lado de nosso nome: salvo -- e para isso é necessário que tenhamos Jesus no coração, como nosso Salvador pessoal.

Quando tivermos que responder às perguntas no dia final, não encontraremos as respostas nas últimas páginas e nem poderemos copiar as respostas das outras pessoas. Cada resposta é individual, pessoal, intransferível. Precisamos dizer a Deus o que cremos, o que sentimos, o que almejamos, o que pensamos em relação à vida eterna. Podemos até não crer e não querer estar com o Senhor para sempre. Ele nos permite decidir. E isso estará registrado em Seu livro.

Eu quero responder "sim" para Deus. Quero viver para sempre junto a Ele. Quero dizer que o Senhor Jesus é tudo para mim. Quero que meu nome esteja incluído, com letras bem bonitas, no livro de meu Deus. Quais serão as suas respostas?

Paulo Barbosa

UM SEGREDO QUE NÃO PODE SER GUARDADO




“Quão formosos são, sobre os montes, os pés do que anuncia as boas novas, que faz ouvir a paz, do que anuncia o bem, que faz ouvir a salvação, do que diz a Sião: O teu Deus reina!” (Isaías 52:7)


"Ninguém é tão aficionado por segredos como aqueles que não desejam mantê-los." (Charles Caleb Colton).


Para estes há um segredo que pode ser compartilhado sem qualquer problema: Jesus Cristo é o Senhor e Salvador de todos! Este é um segredo maravilhoso que deve ser conhecido por todos os pecadores. Deus mandou Seu Filho para que todos possam, nEle, ser perdoados e ter livre acesso à presença do Pai e às moradas celestiais. Esta é uma notícia que o mundo inteiro precisa saber. É uma verdade que transforma vidas, liberta os oprimidos e restaura lares e famílias. Esta é uma bênção que apaga as tristezas, que renova as esperanças, que motiva os desanimados, que faz a alma regozijar.

Este é um segredo que não pode ser escondido, que não deve ser guardado em hipótese alguma, que todos precisam saber. Este é o segredo que modificou a nossa vida e, certamente, modificará a vida de todos aqueles a quem queremos bem. Quando o compartilhamos, todos se alegram, inclusive nós, havendo grande festa nos Céus. Mais que um segredo, é uma boa nova que Deus quer que proclamemos. Ele providenciou a salvação, ofereceu uma vida abundante, preparou a felicidade eterna para todos os Seus amados. Façamos correr este segredo, de casa em casa, de rua em rua, de cidade em cidade, até os confins da terra. O Senhor diz que nossos pés são formosos quando espalhamos esta notícia maravilhosa.

Eu quero ser achado entre os de "pés formosos". Quero estar entre os que proclamam as Boas Novas. Quero alegrar meu coração e também o coração do Senhor. Eu não vou guardar esse segredo. E você, vai?

Paulo Barbosa

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Como Lidar Com as Faltas dos Outros




Jaime Marcelino

Uma das mais comuns tentações que todos nós cristãos enfrentamos é a de sermos demasiadamente severos diante dos erros de outrem e agirmos sem misericórdia!

É certo que os meus leitores sabem por experiência do que estou tratando! Afinal, quem jamais deixou de ser condescendente consigo mesmo e duro no trato dos pecados dos demais? Porventura, não é mais fácil esconder os pecados dos meus filhos e expor o máximo possível os dos outros?

No entanto, a Bíblia nos dá instruções valiosas quanto à maneira pela qual eu devo cuidar dos meus pecados e também como devo ver os erros dos meus irmãos. Ora, recorramos à Escritura a fim de considerarmos o grande desafio do cristianismo no que tange a "Como Lidar com as Faltas dos Outros". Eis, pois, o que está escrito em Lucas 17: 3-10:

"3 Acautelai-vos. Se teu irmão pecar contra ti, repreende-o; se ele se arrepender, perdoa-lhe. 4 Se, por sete vezes no dia, pecar contra ti e, sete vezes, vier ter contigo, dizendo: Estou arrependido, perdoa-lhe. 5 Então, disseram os apóstolos ao Senhor: Aumenta-nos a fé. 6 Respondeu-lhes o Senhor: Se tiverdes fé como um grão de mostarda, direis a esta amoreira: Arranca-te e transplanta-te no mar; e ela vos obedecerá...

Consideremos esse belíssimo texto à luz da seguinte pergunta: COMO EU DEVO TRATAR OS PECADOS DO MEU IRMÃO?

1. Antes de tudo, eu devo ser cuidadoso para não ser tropeço para quem quer que seja, pois nosso Senhor disse enfaticamente: "Acautelai-vos". É digno de nota que o verbo acautelar no original grego (prosecw), no seu contexto, signifique "assistir a si mesmo, i.e., dar atenção a si mesmo ou ter cuidado". Dessa maneira, tudo deve começar comigo mesmo! Ou seja, devo ser cuidadoso a fim de não me tornar em escândalo (armadilha, cilada) para ninguém, com os meus pecados. É por isso que nosso Senhor disse "Acautelai-vos" logo em seguida às mais terríveis palavras de todo o Novo Testamento: "Disse Jesus a seus discípulos: É inevitável que venham escândalos, mas ai do homem pelo qual eles vêm! Melhor lhe fora que se lhe pendurasse ao pescoço uma pedra de moinho, e fosse atirado no mar, do que fazer tropeçar a um destes pequeninos1.

Você tem sido cuidado com seus pecados? Que atenção você tem dado ao seu natural coração? Crê que dele é que sai o que está escrito em Mateus 15: 19, 20? Você tem levado a sério aquela temerosa advertência que diz: "Aquele, pois, que pensa estar em pé veja que não caia"? Como, então, devo tratar com os pecados dos outros?

2. Em segundo lugar, devo ser cauteloso com relação aos pecados dos outros. Digo isso, porque nosso Senhor prosseguiu dizendo: "Se teu irmão pecar contra ti".

Oh! Quanto cuidado da minha parte é necessário quando alguém peca contra mim! Como necessito de dobrada atenção quanto à maneira de encarar os meus ofensores! Ora, isso é tão sério que merece ser considerado com a seguinte pergunta: Quando alguém me ofende qual é a minha reação natural? Qual é a tendência do meu coração ao ser atacado pelo pecado de outrem? Porventura, não sou rápido em me ressentir por pensar que o que me fizeram foi uma grande injustiça? Ou o que dizer da minha natural reação de vingança contra o ofensor? Ainda: Não procuro eu tornar pública a falta daquele que pecou contra mim? Eu não compartilho para o maior número possível de pessoas o que 'aquele sujeito' fez contra mim? Em outras palavras, diante das faltas dos demais tenho a tendência de me tornar extremamente rigoroso no meu julgamento! Afinal, o centro de 'tudo' ao meu redor sou eu mesmo!

Por essa causa, nosso Senhor Jesus Cristo chama-nos a atenção para a importância do nosso próprio cuidado pessoal ao dizer: "Acautelai-vos. Se teu irmão pecar contra ti". Em outras palavras, é como se Ele houvesse dito: tenham bastante cuidado ao lidar com as faltas do seu irmão! Trate-o de forma adequadamente cristã.

Vejamos, então, em que consiste tal adequada atitude cristã, no passo seguinte:

3. Em terceiro lugar, devo ser cauteloso quanto a ter uma atitude amorosa para com o meu irmão faltoso. Ou seja, quando meu irmão pecar contra mim, eis o que meu Senhor Jesus diz ser o meu dever: "repreende-o; se ele se arrepender, perdoa-lhe".

Quão impressionantemente maravilhosas são estas palavras de nosso Senhor Jesus! Elas me indicam que minha atitude para com aquele que pecou contra mim deve ser a de amá-lo! Sim! Devo amá-lo buscando resolutamente o bem dele! Eis, pois, a belíssima amorosa dinâmica envolvida nas Palavras de nosso Senhor Jesus:

Aquele irmão a quem amo pecou contra mim – ele me ofendeu! Então, como cristão – alguém que fora perdoado por Aquele que me amou primeiro – envido esforços em busca da paz entre mim e ele! Para tanto, vou até o faltoso e, sem que ninguém o saiba, vou "argui-lo entre [mim]e ele só", com o firme propósito de perdoá-lo, caso ele se arrependa. Sim! Meu sincero desejo é vê-lo arrependido para que eu possa perdoá-lo. Em outras palavras, ao fazer assim estarei imitando ao meu Senhor que nos amou! Afinal, eis o que Ele, em algum sentido semelhante ao descrito acima, fez: Estando eu em flagrante ofensa com o Senhor Deus, ao invés de Ele se armar de sentimento de vingança contra mim, Ele me fez ver quão grande era o meu pecado contra Ele, de modo que a Sua bondade me conduziu ao arrependimento e, então, Ele pode me perdoar!

Ora, qual foi o propósito de Deus para comigo? Perdoar-me! E que fez Ele para que tal coisa ocorresse? Ele derramou luz sobre as minhas trevas, de maneira que eu corri arrependido rogando-Lhe perdão! Qual foi, então, o resultado disso tudo? Ele me perdoou, segundo o Seu amor para comigo! 

Semelhantemente, essa deve ser a minha atitude para com aqueles que pecam contra mim – ao invés de ressentir-me, devo buscar com todas as minhas forças a reconciliação com ele!

Dessa maneira, ao dizer: "repreende-o; se ele se arrepender, perdoa-lhe", nosso Senhor Jesus parece dizer que o amor do ofendido deve buscar o bem do faltoso. Minha repreensão deve ter como propósito o arrependimento do faltoso. Então, pensemos:


  • Que significa essa repreensão? Significa derramar luz sobre as trevas do faltoso! Significa expor a verdade acerca da sua ofensa, com espírito de brandura 2 !

  • Que significa esse arrependimento? Significa um olhar sincero e verdadeiro para o pecado, vendo-o como odioso, e regado de tristeza segundo Deus que não traz pesar 3!

  • Que é esse perdão? Trata-se não da retirada da culpa do ofensor (esse aspecto pertence somente a Deus), mas de uma disposição interior pacificadora para com o faltoso, a qual deverá ser conhecida ou declarada ante a confissão do irmão arrependido 4!

Qual tem sido sua atitude diante daqueles que lhe ofendem? Você os odeia ou os ama? Quer vê-los arrependidos e perdoados ou prefere a caminhada mais fácil que é o da vingativa rejeição?

4. Em quarto lugar, Minha atitude deve ser continuamente amorosa.
Talvez, esse seja um dos aspectos mais "humilhantes" dos relacionamentos cristãos – a sempre contínua disposição para perdoar aos faltosos! Ou seja: Segundo nosso Bendito Salvador, "Se, por sete vezes no dia, pecar contra ti e, sete vezes, vier ter contigo, dizendo: Estou arrependido, perdoa-lhe".

Em outras palavras, não importa quantas vezes alguém peque contra mim; mas, sim, que eu esteja sempre disposto a perdoar aos que se arrependem dos seus pecados! Nesse sentido, o amor deve se fazer presente em todos os meus relacionamentos, pois está escrito: "Todos os vossos atos sejam feitos com amor5.

Tal exigência é demais para nós? Não nos lembramos do que está escrito: "Nós amamos porque ele nos amou primeiro"? Logo, se o Senhor Deus nos perdoa infinitas vezes a cada dia – pecamos por pensamentos, palavras e atitudes – será muito perdoarmos aos que confessam as suas faltas contra nós e se arrependem?

Está você cansado de tanto perdoar o seu digníssimo esposo ou esposa? E seu querido papai ou sua amada mamãe? Reconsidere o que foi dito acima e responda: Sou eu um crente em Cristo Jesus? Sou Seu discípulo? Ora, se seu próximo peca, e você lhe lembra das faltas passadas, saiba que o amor[perdoador] de Deus não está em você! Quão humilhante é esse ensino!

5. Em quinto lugar, devo estar consciente de que a prontidão para perdoar os faltosos é fruto da fé genuína.

 Se observarmos a reação dos discípulos quanto ao ensino acerca de "Como Lidar com as Faltas dos Outros", provavelmente veremos que eles se viram diante de tão grande desafio que, para eles, somente uma grande fé seria capaz de obedecer ao Senhor Jesus! Por isso, "disseram os apóstolos ao Senhor: Aumenta-nos a fé".

No entanto, a resposta do Senhor nos surpreende como podemos ver no v. 6: "Respondeu-lhes o Senhor: Se tiverdes fé como um grão de mostarda, direis a esta amoreira: Arranca-te e transplanta-te no mar; e ela vos obedecerá".
Ou seja: Nessa matéria de perdoar aos que se arrependem, e confessam suas faltas contra nós, basta apenas que tenhamos uma fé genuína! Basta que um dia tenhamos recebido a verdadeira fé, "que é um dom de Deus"! Afinal, por menor que seja a minha fé, sendo genuína, ela vai me conduzir à Cruz e me dizer: "Antes, sede uns para com os outros benignos, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus em Cristo, vos perdoou. Sede, pois, imitadores de Deus, como filhos amados; e andai em amor, como também Cristo nos amou e se entregou a si mesmo por nós6.
Qual dos verdadeiros discípulos do Senhor Jesus Cristo deixará de ter a experiência do Seu terno e bondoso amor perdoador para consigo? Como poderia deixar de se humilhar ao contemplar Aquele que veio ao mundo para morrer por pecadores?

Oh! Senhor meu, ajude-me a sempre enxergar e vivenciar o teu admirável amor por mim que sou tão pecador, para que eu esteja sempre disposto a perdoar! Livra-me de qualquer 'justificativa' que venha me causar embaraço, e me leve a esquecer "a purificação dos [meus] pecados de outrora7.

6. Em último lugar, perdoar os faltosos não passa de um sublime dever cristão.

Qualquer que seja a interpretação da parábola descrita em Mt 17: 7-10, há algo que me faz extrair o seguinte princípio: A fé exclui qualquer possibilidade de jactância (orgulho). Por isso, os que perdoam aos faltosos devem ser humildes, à luz do v.10: "Assim também vós, depois de haverdes feito quanto vos foi ordenado, dizei: Somos servos inúteis, porque fizemos apenas o que devíamos fazer".

Se eu consigo perdoar o meu irmão faltoso e arrependido, devo ser elogiado pelos céus? Devo receber palavra de gratidão da parte do Senhor a quem eu sirvo?

Porventura, é da minha natureza que eu perdoe o faltoso? E para fazê-lo não é necessário que o Espírito do meu Senhor Jesus Cristo, o Pacificador, frutifique em mim?

Além do mais, não é o perdão uma ordenação Divina? Não está isso escrito: "Servo malvado, perdoei-te aquela dívida toda [...] não devias tu, igualmente, compadecer-te do teu conservo, como também eu me compadeci de ti?".

Ora, como somente podem perdoar os que foram perdoados, ao cumprirmos tal ordenança não estaremos fazendo nada de mais; pelo contrário, fazemos apenas o que devíamos fazer; e ainda assim, pela graciosa assistência do Deus perdoador! Portanto, perdoar é um sublime dever do crente!

QUE SE CONCLUI? Diante do ensino exposto, não há quem consiga ficar de pé na presença do Senhor Deus! Afinal, é Ele quem vê o meu natural coração cheio de corrupção – quanta abominação há na minha natureza decaída! Então, preciso por a mão à boca e clamar: "não nos deixes cair em tentação"! Ou fazer a oração de Davi que disse: "Tu, ó Deus, bem conheces a minha estultice, e as minhas culpas não te são ocultas. Não sejam envergonhados por minha causa os que esperam em ti, ó SENHOR, Deus dos Exércitos; nem por minha causa sofram vexame os que te buscam, ó Deus de Israel8.

No entanto, à luz do amor perdoador do Senhor Jesus Cristo, o Senhor da glória, devo me sentir encorajado a fortificar-me na graça que está em Cristo Jesus, e assim, estar cada vez mais convencido de como devo tratar as faltas dos outros; ou seja: Com cuidado pessoal; e com cuidado para com os faltosos, a fim de que, amando-os, busque diligentemente vê-los arrependidos e sendo por mim 'perdoados' sempre que necessário, para a glória do Senhor!

1 - Lc 17: 1, 2. Outros textos que indicam cuidado consigo mesmo: Mt 6: 1; 7: 15; 10: 17; 16: 6, 11.
2 - Gálatas 6: 1 - "Irmãos, se alguém for surpreendido nalguma falta, vós, que sois espirituais, corrigi-o com espírito de brandura; e guarda-te para que não sejas também tentado"
3 - 2Coríntios 7: 9, 10.
4 - Mateus 18: 35; Tiago 5: 16.
5 - 1Coríntios 16: 14.
6 - Efésios 4: 32; 5: 1.
7 - 2Pedro 1: 9
8 - Salmos 69: 5, 6.

Fonte: Editora Fiel.

Significado da palavra MINISTÉRIO no NT




Já conheci e também já ouvi falar acerca de pastores que tratam suas igrejas como se fossem empresas. Outros são dominadores, autocratas, perseguem aqueles que não compartilham de seus pontos de vista. Tratam o rebanho como se todos fossem seus subalternos. Que visão deturpada de ministério! Que visão míope para um chamado tão nobre! Para muitos pastores, ser ministro do Evangelho é fazer parte de uma elite. Essas pessoas nunca compreenderam sua vocação.

sábado, 16 de fevereiro de 2013

QUEM É O MESTRE?



“... porque um só é o vosso Mestre, a saber, o Cristo, e todos vós sois irmãos” (Mateus 23:8)

"Por que o mestre despediu você?" "Bem, o mestre é o homem que vive ao redor de todos e observa os homens trabalhando". "Sim, mas por que ele despediu você?" "Ele ficou com ciúmes de mim. Muitos companheiros pensaram que eu era o mestre!"

Muitos de nós, cristãos, ainda não percebemos que somos discípulos do Mestre e não alguém que não precisa trabalhar. Queremos ser guardados pelo Mestre; almejamos cada uma das bênçãos que o Mestre tem preparado para os que O servem; queremos ter o nome escrito no Livro da Vida e um lugar nas moradas celestiais. A única coisa que não queremos é servir ao Senhor, apresentar nossas vidas em Seu altar; dizer com convicção e alegria: "Eis-me aqui".

Na igreja queremos ser o "mestre", ou seja, quem lidera os departamentos. No trabalho, queremos ser o "mestre", dar ordens, trabalhar pouco e ganhar muito dinheiro. Em casa, queremos ser o "mestre", dormindo até tarde e não ajudando nas tarefas normais da casa. Queremos ser o mestre, que os nossos amigos nos tratem como o mestre, que todos façam aquilo que nós queremos que eles façam. Somos superiores e... não aceitamos outra posição.

Se a igreja não nos quer como "mestres" vamos embora para outra, porque aquela já não serve. Se a nossa casa não nos vê como "mestres" queremos ser independentes, queremos sair para outra casa, queremos um lugar onde nos reconheçam como "mestres". E, dessa forma, corremos de um lado para outro e nada fazemos e a lugar algum vamos.

Não somos mestres, não temos o direito de pleitear coisa alguma, não podemos julgar que somos melhores que os demais. Somos o que o Senhor quer que sejamos. Estamos diante dEle para servir, para adorar, para agradecer, para gozar do privilégio de fazer a Sua vontade. Se somos colocados em posição de liderança, sejamos gratos e procuremos desempenhar nossa tarefa com diligência. Se somos colocados em uma posição bem menor, sejamos gratos pela bênção de ser útil na obra de Deus. Nada é mais glorioso do que estar no centro da vontade do Senhor.

Ele é o Mestre! Só Ele!

Fonte:Paulo Barbosa